Diagnóstico organizacional
Direção editorial: Sofia Manso · GBEFO · Academia da Felicidade
Processo estruturado de recolher e interpretar evidência para compreender problemas, causas, capacidades e prioridades de uma organização.
Porque importa
Evita começar pela solução e ajuda a distinguir sintomas de causas sistémicas.
Na prática
- Definir perguntas antes de escolher instrumentos.
- Combinar entrevistas, dados e observação.
- Validar hipóteses com diferentes perspetivas.
Diagnosticar é reduzir a probabilidade de intervir no problema errado
Diagnóstico organizacional organiza evidência para distinguir sintomas, causas e condições que mantêm um problema. Não é acumular questionários. É formular perguntas, cruzar fontes, testar hipóteses e devolver uma leitura que permita priorizar. Um bom diagnóstico termina com decisões possíveis, não apenas com uma descrição extensa da organização.
- Começar pela decisão que o diagnóstico deve informar.
- Triangular entrevistas, dados, observação e processos sempre que possível.
- Separar evidência, interpretação e hipótese para reduzir conclusões precipitadas.
Perguntas para levar para o diagnóstico
Que evidência temos? Onde o padrão é mais forte? O que no sistema pode estar a produzi-lo? Que decisão concreta seria diferente se compreendêssemos melhor este tema?
No GBEFO
Este conceito é trabalhado no Módulo 11 da certificação, ligado a diagnóstico, decisão e aplicação organizacional. O objetivo não é memorizar uma definição: é perceber quando o conceito ajuda a ler melhor o sistema e quando pode ser mal utilizado.