Indicadores de bem-estar
Direção editorial: Sofia Manso · GBEFO · Academia da Felicidade
Métricas quantitativas e qualitativas usadas para acompanhar condições, perceções e resultados relacionados com bem-estar no trabalho.
Porque importa
Sem indicadores, programas tornam-se difíceis de priorizar, acompanhar e aprender; com indicadores mal escolhidos, podem produzir conclusões erradas.
Na prática
- Combinar indicadores de processo, perceção e resultado.
- Definir baseline antes da intervenção.
- Evitar interpretar correlação como causalidade.
Indicadores são sinais, não respostas
Um indicador de bem-estar é útil quando ajuda a acompanhar uma hipótese de gestão. Questionários podem revelar experiência; dados de absentismo, mobilidade, segurança ou utilização de recursos podem acrescentar contexto. Nenhum indicador isolado explica causas. A força está na combinação coerente de medidas e na capacidade de agir sobre o que se observa.
- Definir indicadores de resultado e também indicadores antecedentes.
- Evitar métricas sem responsável, frequência de leitura ou decisão associada.
- Combinar quantitativo e qualitativo para interpretar o porquê por trás do número.
Perguntas para levar para o diagnóstico
Que evidência temos? Onde o padrão é mais forte? O que no sistema pode estar a produzi-lo? Que decisão concreta seria diferente se compreendêssemos melhor este tema?
No GBEFO
Este conceito é trabalhado no Módulo 1 da certificação, ligado a diagnóstico, decisão e aplicação organizacional. O objetivo não é memorizar uma definição: é perceber quando o conceito ajuda a ler melhor o sistema e quando pode ser mal utilizado.